Sérgio C. GELASSEN

“[…] Se é mesmo verdade que ela morreu dois anos após ter enlouquecido, não sei. Mas uma coisa é certa: toda noite vejo-a passando por meu quarto, ou melhor, um vulto seu. Atravessando as paredes. E só volta na noite seguinte. E sempre quando leio aquele livro que fez ela dizer que eu devia era ser tarado por mulheres, aquele livro que eu lia quando disse que era tarado por metáforas. Tenho certeza de que ela não me impressiona. (Eu a impressiono). Só mais um fantasma. A Flor Apodrecida e as cinzas que ela deixou.[…]”

Referência bibliográfica

GELASSEN, Sérgio C. De rosa de vidro à flor apodrecida: uma vida mal vivida. São Paulo: Para São José, 2009. 396 p.

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