Arquivo para agosto, 2010

Concertos pela tolerância

Posted in Artes, Sociologia with tags , , , , , , , , on agosto 31, 2010 by lesdommag3rs

“[…]

Se não puderam começar com a gente, que terminem com a gente — tudo que há de bom. E de ruim…”

“[…]

Agradecimentos a Jean Michel Jarre pela arte da música Digi Sequencer e pelo concerto pela tolerância — seja ela étnica, religiosa, biológica, sexual, etc. Obrigado, cara, pois tenho acompanhado teus trabalhos desde 1994… Quando eu era um simples balconista e vendedor de CDs… Só espero que, se algum dia eu puder levar adiante o meu ‘O maior show da Terra’, muitas entidades de assistência sócioambiental possam ser beneficiadas com isso.”

Sérgio C. Gelassen, excertos da introdução do livro Concertos pela tolerância

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Nada é tudo

Posted in Drama on agosto 31, 2010 by lesdommag3rs

“[…]
Parece que algo atrapalha teu caminho, Doença Humana. Pode ser seu Deus, seus ‘amigos’ ou — o que é ‘mais pior’ — você mesma. Quero te lembrar disso: eu te disse uma vez e vou dizer de novo: enquanto tu viveres na carne será o início do fim. E não há igreja, orgia, festa que for que irá te trazer felicidade. Procure-me e eu te ajudarei. Até a retornar para teu Deus. Só eu posso isso. E só você pode aceitar isso — nem tente procurar ajuda em outro lugar: só eu possuo a chave que tu tanto procuras. Só eu tenho o que tu tanto queres. Só eu. Só eu. Lembre-te: só eu — um cara metido a filósofo — tem a chave que tu procuras para ser feliz e voltar a Deus. Pense. Só eu. Somente eu e m-a-i-s ninguém. A resposta e a solução estão comigo. Então: vai continuar sofrendo? Você que sabe…”

Sérgio Gelassen, Nada é tudo: desta vez será do meu jeito

História para contar

Posted in Drama on agosto 26, 2010 by lesdommag3rs

“[…]

Buscando por nada
Nada é tudo
Quando tudo
É você
Nesse mundo
De ilusões
E perdas
Que você ganha
No abismo de tua vida
A partida para o fim
De um mundo que parece ser teu
Descobre um livro de piadas
Uma vida de mentiras
Que você viveu…

Meus parabéns, Lixo Humano*
Doença Humana**
De uma sociedade decadente
E deixada para apodrecer…”

NOTAS

* Aqui o termo também pode ser interpretado em sua forma plural, isto é, abrangente: “lixo humano” enquanto “lixos humanos”.

** Também em sua forma plural: “doenças humanas”. Emprego esses termos para definir vidas sem valor, que existem aos montes por aí, e só ocupam espaço na Terra, vivem para atrapalhar, não trabalham, bebem muito, cortam árvores, matam animais por envenenamento, estupram, matam, roubam, “arrumam” muitas brigas e vivem a vida dos outros. Parece que Durkheim via a sociedade como um corpo e tais indivíduos como doenças humanas. Feito.

Sérgio C. Gelassen, Uma história para contar

Sem remorso

Posted in Drama with tags on agosto 25, 2010 by lesdommag3rs

“[…]
Sem perdão para o que somos, fizemos, faremos, seremos. Sem um caminho esperençoso. Sem remorso. Sem fim: sem início. Um tempo de ilusão viva. Sangue alimenta a máquina de dinheiro: somos carnívoros. Sexo alimenta a nossa decomposição. Sem remorso. Sem começo. Religiosamente — mentalmente assassinados…

Sérgio C. Gelassen, Sem remorso: V-I-V-A!!!!

O grande masturbador

Posted in Drama on agosto 25, 2010 by lesdommag3rs

“[…] Masturbar teus pensamentos/atormentar tua alma: até agora não conheci jamais melhor atividade, mental ou não, para o meu deleite fantasmagórico/intelectualóide. Uoooooouuuu…”

Sérgio C. Gelassen, É o fim: é o fim?

Ser geni(t)al: sem se mexer, o artista toca os corações de todos — todos m-e-s-m-o

Posted in Literatura, Teatro on agosto 25, 2010 by lesdommag3rs

“[…]

Ser genial é isso: pensar e agir como gênio. E não ser um. Criar, ser criativo, tirar partido da escassez de ideias e chances. Ser genital é isso aí…”

Sérgio C. Gelassen, O artista tem que sair do lugar sem se mexer

Sérgio Gelassen

Posted in Literatura with tags , , , on agosto 25, 2010 by lesdommag3rs

“[…]

Tenho algo mais cósmico em mente do que pensar em ti. Busco Deus nas coisas e nas pessoas. Talvez um dia, exausto de procurar, eu O ncontre. Até lá, minha busca será uma coisa de louco. De loucos como eu.”

Sérgio C. Gelassen, Ava Gina: Um rascunho do infinito