O Conhecimento Acadêmico — Anêmico

Peterfrost… Bah! Professor-Doutor-Mestre-Rei-Imperador-Senhor-Absoluto-Deus: tal como Deus, inatingível e o-m-i-s-s-o. Por natureza. Intocável. Como alguém com um grau de estudo desse tipo — livre docente — conseguiu NÃO ter respostas às minhas perguntas? Negar dar a devolutiva aos meus trabalhos? Só porque fui seu ouvinte??? Deus! vou te contar, DOUTOR: continue sempre assim. Encontramos um monte de teu tipo t-o-d-o-s os santos dias em cada esquina, na contramão da utilidade humana. O conhecimento acadêmico, anêmico, sistêmico, religioso, pobre, apodrecido, estúpido e inválido: ei-lo personificado. Um Sonho Passageiro. Decepção! A cruz mor(t)al. A semiótica — farsa das aparências, ilusão imbecil, estúpidos. O mundo continua dando voltas — feito um bêbado à procura da sua equilibrista. Manobrista vadio, levado pelos tubarões voadores, doutores da alergia. Pior que semi (metade), a Semiótica diminui, mais ainda, em tuas mãos firmes — numa firmeza que faz o mundo balançar… Meu dinheiro jogado fora. Bah! Fiquem com Deus, Satanás, Allah, Jeová, Aleister Crowley, Bozo, qualquer Chico Anysio que houver… Vocês se merecem, “Mestres”…

(Cara, eu não menciono aqui teu nome verdadeiro porque teu fracasso de “modelos e aplicações” quanto aos tipos de alunos acadêmicos fala por si só da incompetência de um cara com livre docência — e um montãããããããããooooo de “gente” de tua laia — como tu em dar devolutiva aos meus trabalhos e responder às minhas perguntas… deus se parece contigo: intatingível e o-m-i-s-s-o).

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5 Respostas to “O Conhecimento Acadêmico — Anêmico”

  1. “Pensei em comprar o mercado inteiro de revistas porno, de computador ou uma fábrica de sonhos cristãos. Balela. Há muito lixo em minha cabeça — há muuuito tempo — e eu já sofro demais com isso. Pensei em frequentar novamente Um Sistema Perdido. E vomitei só de pensar nisso. Deus… Quem?”

    Sérgio C. Gelassen, O sistema causou um erro fatal e será fechado: vista tua má vontade como uma coroa (de véu e grinalda).

  2. Mais frio ainda. Biológico. Ne-cro-ló-gi-co. Necro(gin)ecológico. Simples assim. Como se Deus existir ou não fizesse realmente alguma diferença. A dor dos outros — refiro-me àquela moça grávida e de seus familiares também mortos no estúpido acidente de autmóvel(1) — também é minha. E de todos os outros espíritos sentimentais que sentem o mundo com a alma, com o espírito, com os olhos e os ouvidos. E caem no olvido. Pelos imbecis insensíveis. Como o Deus inatingível e omisso que eles seguem. Simples assim.

    NOTA

    (1) Há pouco, na hora do almoço, ouvi uma mensagem que me fez chorar: era sobre uma psicografia de uma moça grávida morta num horrível acidente de carro. Se Deus existe — OU NÃO –, porra, que diferença real faz isso??????????????????????????????????????????????????? Se é que faz alguma diferença Deus existir ou não… (Ser ateu, à toa, religioso ou sei lá que diabos querem que a gente seja, bah, isso não me diz ab-so-lu-ta-men-te n-a-d-a. Como o Deus — ou o “Nada Absoluto” deles… [dos ateus] ou dos outros… Outros e nada mais…)

    Sérgio C. Gelassen, (S)em nome de Deus: deixe tudo (como está) (passar)

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