Antitético eu sou — eu sou demais…

“[…]

Início de um fim de noite. Eu e mais dois amigos. Segurando um rato morto que achei na rua, disse ao próprio: ‘o rato é meu, Porcaria. O rato é meu!’ Mais tarde — e ainda hoje — ninguém entende por que o fiz. Somente eu. Somente eu… Mas — um momento… E nada mais — isto é segredo. Tal segredo figura como um véu de tecido morto, pele morta, talvez. E que parece (a)guardar algo como a vinda de uma Porcaria maior. Num futuro vago, embora intenso. Se não a ‘todos nós dois’, a quem mais?”

Sérgio C. Gelassen, A guardar em silêncio ruidoso

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